JORNALISTA JORGE CASTRO

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O COTIDIANO SOB A ÓTICA DO EU PRIMEIRO E DO EU POSSO

                                                                                                                                                                                                                                                                Em algum momento dos nossos convívios diários com outras pessoas fazemos parte deste grupo que esquece, ou simplesmente, faz questão de demonstrar que “eu” estou sempre em primeiro lugar. Não tem idoso, mulher, criança ou colega de trabalho. Entretanto, todos nós somos observados durante todo tempo. As atitudes nossas de cada dia estão sempre sendo observadas pelos outros, embora não percebamos. Daí a minha atitude de passar alguns meses observando o comportamento humano em várias situações e refletir sobre às minhas.

      Vou começar pela segunda-feira de manhã no metrô do Rio, mais especificamente, na estação de Del Castilho. Todos querem sair, todos querem entrar, é um salve-se quem puder e JC, Jesus Cristo, que não apareça na frente, senão dança! É claro que a falta de infraestrutura da empresa na organização das filas e no direcionamento dos passageiros para que saiam do meio e permaneçam nas laterais, permitindo assim, a saída dos que desembarcam, já é de conhecimento geral. Entretanto, uma grande parte dos usuários faz questão de demonstrar que saindo ou entrando, eles serão sempre os primeiros e para fundamentar esta atitude vale empurrar, dar cotoveladas e pasmem, até chutes – eu mesmo já levei alguns. Ainda tem o indivíduo que não respeita o lugar destinado aos idosos e finge que está dormindo, o grupinho de pessoas que conversa quase aos berros para que todos ouçam o teor do assunto, os que falam ao celular quase cuspindo em você, e a “mulher maravilha”, a rainha da cocada preta que olha para trás de cara feia quando o trem começa a se deslocar e alguém encosta nela. Neste caso, também é falta de conhecimento. Uma das leis da física diz que um corpo tende a permanecer no seu estado de repouso absoluto ou em movimento a menos que nele seja aplicada uma força externa. Detalhe, as “mulheres maravilhas” que fazem isso, normalmente, não sabem o que é um desodorante.  A crônica continua em https://jcastrorio.wordpress.com/cronica-editorial-contos/ .

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